Modas de viola recolhidas por Amadeu
Amaral. A história de Toinho e
Mariquinha, por José Bernardo da Silva.
A véia debaixo da cama,
de José Costa Leite.
Costumes e usos antigos,
cordel de Antônio Batista Guedes.
Sonhei com o curupira,
compilação do cordel de Diniz Vitorino.
As coisas do meu sertão,
cordel de Luiz Rodrigues Lira.
O lubzhomem do mar,
folheto de autoria de Luiz da Costa Pinheiro.
A vaca misteriosa que falou
profetizando, cordel de João Leite Costa.
O romance do
pavão misterioso, cordel de João Melquíades Ferreira da Silva.
A peleja do cego Aderaldo com
Zé Pretinho, cordel de Firmino Teixeira do Amaral.
O sabido sem estudo,
cordel de Manuel Camilo dos Santos.
As perguntas do rei e as respostas de João Grilo,
trechos do folheto de Antônio Pauferro.
Jesus Cristo, São Pedro e o ladrão, cordel de autoria
de Manuel de Almeida Filho.
O encontro do negrão com o monstro do Rio Negro, por
Manuel Caboclo e Silva.
ABC de amores, originário
do Rio Grande do Sul e recolhido por Sílvio Romero.
ABC do vaqueiro em tempo de seca,
recolhido no Ceará por Sílvio Romero.
O preguiçoso, versos
colhidos no estado de Sergipe, por Jackson da Silva Lima.
A festa dos bichos ou O porco
embriagado, poema de Firmino Teixeira do Amaral.
Sertão d'inverno, do
cantador Antônio Batista Guedes.
Um poema da Amazônia: Jacaré
de Assombração, de Álvaro Maia.
O cego
Sinfrônio, por Leonardo Mota.
Trechos do desafio
entre Inácio da Catingueira e Antônio romano, por Luís da Câmara Cascudo.
O desafio entre os gaúchos
Malaquias e Agache em uma festa de casamento.
Uma versão da Cantiga do
Vilela romance popular no nordeste brasileiro, pelo Cego Simfônio.
A lenda de Pedro Cem,
versão em sextilhas de 1932, registrada por Luís da Câmara Cascudo.
O boi Barroso, colhido no
Rio Grande do Sul por Augusto Meyer.
Trechos da Nau
Catarineta em duas versões, no Sergipe e no Rio Grande do Sul, registrados por
Sílvio Romero.
Uma seleção de trovas
brasileiras.
O desafio calangueado da
linha da carritia entre Ernesto Vilela e Zé Curisco.
Dois pasquins sobre eleições,
recolhidos por Rossini Tavares de Lima no litoral norte de São Paulo.
Duas versões da xácara do
cego, no Ceará e em Sergipe.
Emboladas Zé Menino,
cantador popular de Fortaleza, recolhidas por Leonardo Mota.
As linguarudas, o diálogo
entre duas fofoqueiras dos tempos coloniais, por Afonso Cláudio.
Aboios de roça recolhidos
por Alceu Maynard Araújo.
Versos do bumba-meu-boi,
recolhidos por Melo Morais Filho.
Redondo, sinhá. Duas
versões recolhidas por Sílvio Romero no Rio de Janeiro e em Sergipe.
Rodas de São Gonçalo,
versos cantados em Goiás e no Piauí, recolhidos por Regina Lacerda.
O tatu, fandango do Rio Grande
do Sul, colhido por Simões Lopes Neto.
O cego Aderaldo, por
Leonardo Mota.
O romance do
boi Surubim, registrado por Sílvio Romero.
Modas da criação do mundo, recolhidas por José A.
Teixeira.
A chula da lagartixa, recolhida na região do médio
São Francisco.
Casamento de Onório, pasquim recolhido por Osvaldo R.
Cabral.
Uma seleção de quadrinhas jocosas.
A sogra enganando o diabo,
colhido por Gustavo Barroso.
Memórias do boi Serapião,
colhido por Carlos Pena Filho.
O rabicho da Geralda, romance nordestino em duas
versões:
A versão cearense, de 1792,
registrada por Rodrigues de Carvalho.
A versão de José de Alencar, publicada em
1874.
Um desafio entre dois gaúchos,
em que aparece as adivinhações ou perguntas para atrapalhar.
Xácara à funesta morte de
Dona Ana Faria e Souza, colhida por Pereira da Costa.
28 de abril, dia da sogra. Minha
sogra na algibeira.
O casamento do rato com a
catita, colhido por Gustavo Barroso.
Versos sobre
rendas e rendeiras, colhidos por Luiza e Artur Ramos.
A chegança dos mouros,
coletada por Sílvio Romero em Sergipe, no século XIX.
Pra modi porco na roça, dois poemas recolhidos por
Orlando Torres no Triângulo Mineiro.
Um bumba-meu-boi, em Goiana.
Um desafio
entre Manoel Nenê e Joaquim Vitorino, martelo agalopado
recolhido por Théo Brandão em 1956.
Galanteios e milongagens.
Versos do cancioneiro gaúcho colhidos por João Simões de Lopes Neto.
A história do cavalo que defecava dinheiro, colhido por
Leonardo Mota.
O Brasil no cancioneiro popular.
Trovas sobre o país, seus estados e cidades.
A velha Bizunga, colhida por
Sílvio Romero em Maricá, Rio de Janeiro, en fins do século XIX.
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