Grande como uma torre
Gordo que nem um capado
A carne se come crua
O osso se come assado
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Um palácio com doze damas
Cada uma tem o seu quarto
Todas elas usam meia
E nenhuma usa sapato
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No alto vive
No alto mora
Todos o vêem
Mas ninguém o adora
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Nasce a soco e morre na faca
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Sai de casa para fazer
barulho no mato
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Tem a cabeça para a
desgraça do corpo
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Bate no céu e não bate na
terra.
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Corta, corta, corta
Põe em cima da mesa e ninguém come.
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Sobe de carreira
Desce devagar
Pula cerca de arame
No limpo não sabe andar
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Capa sobre capa
Do mesmo pano
Se não adivinha hoje
Só mesmo para o ano
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