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Ano 4 - dezembro 2001 - nº 40

Sumário - Dezembro  2001 - nº 40

Sumário

Festança

Cancioneiro

Imaginário

Oficina

Palhoça

Colher de Pau

Panacéia

Catavento

Almanaque

Colaborações
 

Festança

"Em São Paulo, batuqueiros e batuqueiras, em fileiras vis-á-vis, sambam uns ao encontro das outras e dão-se valentes umbigadas, o homem inclinando o busto para trás para aplicá-las melhor..." A umbigada em fileira, por Edison Carneiro. E partituras e MIDIs de três batuques do Grupo de Batuque e Umbigada Tambor do Congo, de Capivari, SP.

• "A um canto do salão de visitas já se armou o presepe. As personagens do drama bíblico: o menino Jesus, a Virgem, São José, os três Reis Magos, pastores, pastoras..." Luiz Edmundo escreve sobre o Natal nos tempos da Colônia.

Uma análise de Artur Ramos sobre os autos de natal.

Cancioneiro:

• "Foi o Calangro na casa / De seu tio o Papavento. / Tomou a benção e disse, / Antes de tomar assento: / - Venho lhe pedir a mão / Duma filha em casamento." O casamento do calangro, registrado por Gustavo Barroso.

• "Usam aqui as muchachas / Uma tal saia-balão; / Coisa feia, amigo Juca, / Por Deus e um patacão!" Saia-balão, poesia popular guasca registrada por Augusto Meyer em seu Cancioneiro gaúcho.

Peleja de Geraldo Mousinho com Cachimbinho, de José Costa Leite.

Imaginário:

Três histórias com sapos, coligidas por João da Silva Campos: Luiz-caixeiro e o sapo, O sapo velho e os sapos moços e O sapo saramuqueca.

• "Contava-se que ela se alimentava de sangue humano e, quando este não a fartava, comia também o fígado se suas vítimas..." A onça da mão torta.

• "Era uma vez dois compadres: um era rico e morava num grande palácio, e o outro era pobre e morava por perto, numa choupana. O compadre rico era muito avarento e não ajudava nada ao compadre pobre, o qual, muitos vezes, não tinha nem o que comer..." O compadre invejoso.

Oficina:

• "O fumo é originário da América, e os selvagens ensinaram aos povos civilizados o seu uso..." O cultivo e preparo do fumo, do Manual do agricultor brasileiro, publicado em 1839, por Carlos Augusto Taunay.

• "A expressão burro paneleiro era muito usada na época em que a louça de barro tinha comércio certo, sendo tida em alta conta por seus préstimos utilíssimos..." Burro paneleiro, por Hildegardes Viana.

• "Houve tempo no velho Recife em que a medicina homeopática teve muito prestígio. Tinturas, glóbulos, águas chegaram a inspirar enorme confiança às pessoas doentes e seus familiares..." Fármacias de antigamente, por Flávio Guerra.

Palhoça:

• O viajante francês Auguste de Saint-Hilaire descreve a cidade de Porto Alegre em 1821.

• "Uma enorme estrela indicava o caminho aos Três Reis Magos – Gaspar, Baltazar e Belchior com as suas oferendas de ouro, mirra e incenso; num lago, arranjado com uma lata vazia, de goiabada, flutuavam patos, gansos, cisnes, marrecos..." O Natal em Bebedouro, Alagoas, por Félix Lima Júnior.

• "Por ser uma festa universal, o Natal caracteriza uma época, dando-lhe identidade própria. É o chamado ciclo natalino...." Natal, por Thelma Regina Siqueira Linhares.

Colher de Pau:

• "Um mês, pelo menos, antes da festa, o chefe de família ia ao mercado escolher a luzida ave, que passava a ser tratada no galinheiro à vela de libra..." O peru e o leitão, uma crônica de fins do século XIX, por Joaquim José da França Júnior.

• Pancão, canjirão, mel de caju, mocororó, canjica de maxixe, etc. A alimentação do jangadeiro, por Alceu Maynard Araújo.

Esboço bibliográfico da cozinha nacional, excerto de artigo de Jamile Japur sobre a culinária brasileira.

Panacéia:

• As impressões do viajante americano Thomas Ewbank sobre a igreja e o culto à Santa Luzia, a deusa dos cegos, no Rio de Janeiro de meados do século XIX.

• "Toda realização que vai de encontro às leis naturais é milagre. E o que a tradição registrou sobre Cristo e Lázaro excede a graça, alcança o sobrenatural, daí ser miraculoso o feito de Cristo ressuscitando Lázaro." 17 de dezembro, dia de São Lázaro, por Mariza Lira.

• Gustavo Barroso escreve sobre as experiências de chuvas e previsões no sertão e no mundo.

Catavento:

Adivinhas

Lacuxia

Estrela de Natal

Exercícios de caligrafia

Meu limão, meu limoeiro

Almanaque:
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Duas crônicas de João do Rio

Calendário

Facécias

• Catulo da Paixão Cearense: Sábado e Domingo

No estradão

Nomes de cidades e distritos curiosos

Provérbios

Máximas e mínimas do Barão de Itararé

Na parede do boteco

Escrito em papel moeda

 


Sumários das
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Ano IV

Nº 39 - Novembro 2001


Nº 38 - Outubro 2001


Nº 37 - Setembro 2001



Ano III


Nº 36 - Agosto 2001


Nº 35 - Julho 2001


Nº 34 - Junho 2001


Nº 33 - Maio 2001


Nº 32 - Abril 2001


Nº 31 - Março 2001


Nº 30 - Fevereiro 2001


Nº 29 - Janeiro 2001


Nº 28 - Dezembro 2000


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Nº 26 - Outubro 2000

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Nº 14 - Outubro 1999

Nº 13 - Setembro 1999


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Nº 12 - Agosto 1999

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Nº 10 - Junho 1999

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