Festança

"A festa é uma procissão, mas procissão
diferente, sem santo nem andor, a não ser a bandeira verde de São Benedito, conduzida
por três moças da Serra..." Luís da Câmara Cascudo escreve sobre o barco de São
Benedito, festa capixaba em homenagem ao santo.
Caninha verde, por Luciano Gallet.
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"No norte e no sul do
Brasil, as festas de trabalho, os jubileus da lavoura tinham sobre a fronte grinaldas
frescas e odoríferas, entramadas ao gosto dos estilos selvagens." A festa da moagem,
descrita por Melo Moraes Filho.
Cancioneiro:

Apontamentos sobre os
"pão-por-Deus", por Valter Piazza.
"No tempo em que os animais / Seguiam
civilidade / O mundo era diferente / Deste da atualidade / Não havia a corrução / Que
existe na humanidade" O casamento do Rato com a Catita.
"Havia um homem no mundo / Dono de muita
riqueza / Homem de muita valia / Homem de muita nobreza" A peleja da Alma, do cantador
paraibano Silvino Pirauá.
Imaginário:

"Havia um rei muito orgulhoso, que não tinha
crença religiosa, porém muito supersticioso; pois gostava de consultar magos, advinhas
ou feiticeiros..." Só Deus pode mudar o destino dos
homens, um conto popular recolhido por Aluísio de Almeida.
"- Era uma vez um pobre homem que vivia só no
mundo. Nada possuía de seu além de uma roupa feita de peles de animais, uma panela de
ferro e um cajado." A sopa de pedras, por Valter
Spalding.
"Uma vez um homem e uma mulher que tinham
tantos filhos que resolveram deitar fora um casal para se verem mais desobrigados. Num
belo dia o pai disse a João e Maria que se aprontassem para irem com ele tirar mel no
mato." João
mais Maria, registrado por Sílvio Romero.
Oficina:

Crendices e superstições em torno da Agronomia popular, recolhidas por
Alceu Maynard Araújo.
O viajante inglês John Mawe escreve sobre a extração de
diamantes no Rio Jeuitinhonha, nos primeiros anos do século XIX.
A Biblioteca Nacional, o comércio de
livros, jornais, loterias, anúncios curiosos, o Instituto Histórico e Geográfico. O
reverendo americano Daniel Parish Kidder descreve um pouco da vida cotidiana do Rio de
Janeiro em meados do século XIX.
Palhoça:

"A careta é a primeira arma defensiva
infantil. Naturalmente, o homem usou-a com a finalidade de afastar o inimigo fingindo-se
mais feio, mais terrível..." Um texto de Luís da Câmara Cascudo sobre as caretas.
"Bolina" de bonde. Uma
crônica de costumes do Rio de Janeiro no começo do século XX.
As reminiscências de Mário Sette no Recife antigo
sobre a mania das coleções de postais.
Colher de Pau:

"A mandioca é raiz tuberosa desenvolvida,
chegando a pesar uma arroba, rica de amido ou fécula. Nada se perde da mandioca: as
folhas e o caule (arbusto), o gado come-os." A mandioca, vegetal mítico e
miraculoso, por Hernani de Carvalho.
Moagem e farinhada. Leandro
Tocantins e suas reminiscências de infância sobre a moagem da mandioca.
"O tradicional povo da Bahia, o folgazão de
todos os tempos, sempre alegre, desde a comemoração dos fastos da história pátria até
as provas inequívocas da hospitalidade, não perdia ocasião de manifestar
contentamento..." Festinha familiar na cidade de Salvador,
por Manuel Querino.
Panacéia:

Tratamentos de saúde no tempo do
rei. Excertos das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos.
85 usos e superstições cearenses
relacionados por Guilherme Studart.
Previsões folclóricas das secas e dos
invernos no nordeste brasileiro, por Jósa Magalhães.
Catavento:

Adivinhas
Parlendas na Guabiraba
O encontro com o Curupira
Vinte e dois pês
Cantiga de Roda: Oh! Sindô lê lê
Almanaque:

As vozes
dos animais
Vozes dos animais, vozes para animais
Nomes de animais
Algumas composições musicais
brasileiras sobre motivos da fauna
Versos sobre os bichos
Nomes populares de plantas brasileiras
Causo do Leota: As quatro famílias
Calendário do mês
Na parede do boteco
Escrito em papel moeda
No Estradão
Provérbios
Latrinália
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