No Estradão - A filosofia dos parachoques de caminhão

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Índice Alfabético D

Da abundância vem o tédio
Da Bahia só o coco
Da cintura pra baixo, tanto faz a galinha como a vaca
Da discussão nasce a luz
Da discussão, nasce a luz
Dá duas vezes, quem dá logo
Da justiça, o pobre só conhece castigos
Da mesma flor a abeha tira o mel e a vespa o fel
Da mesma flor a abelha tira o mel e a vespa o fel
Da minha galinha, a postura é minha
Da onde a gente menos espera é que não vem nada mesmo
Da própria pele, não há quem fuja
Da rama murcha, meu boi não puxa
Da traição nem Cristo se livrou
Da traição, nem Deus se livrou
Da vaca magra, a língua e a pata
Da vida nada se leva
Da vida nada se leva, tudo os herdeiros transformam
Dança-se, conforme a música
Dar dói, pedir encói
Dar esmola não empobrece
Dar nó no abainhado da saia amarra cobra
Dar sal na mão traz miséria
Das águias não nascem pombos
Dás cama ao sujo e ele te paga com piolho
Dá-se um boi pra não entrar numa briga e uma boiada pra não sair dela
Dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus
De águias não nascem pombos
De algodão velho não se faz bom pano
De alto cai, quem alto sobe

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